art | Body  positive

Ilustradoras body positive para você conhecer

Por Cecília Oliveira

Você conhece o trabalho de Manu Cunhas, Mari Vilas e Jonquel Norwood? Criamos uma lista com ilustradoras que mostram que representatividade importa em seus trabalhos.

Manu Cunhas, formada em Design Gráfico pela UDESC, é professora, mãe, gateira, atua como designer e ilustradora freelancer. É autora de quatro livros publicados por financiamento coletivo e ilustradora de outros tantos. Ganhou prêmio na categoria "Ilustração" do Prêmio Jabuti em 2017.

De Salvador - Bahia, a Mari Vilas é criadora da @sexyfation um perfil dedicado apenas a ilustrações de pin-ups plus size inspiradas em personalidades e pessoas reais que encomendam ilustrações. É possível adquirir adesivos, patchs, planners e outros itens.

A ilustradora nova-iorquina Jonquel Norwood, é outra que merece destaque. Em seus desenhos, a artista tem criado novas versões das princesas da Disney, deixando de lado as cinturas finas e apostando em uma silhueta mais curvilínea.

Diretamente da Suécia, Jovanna Radic Eriksson,  tem produzido ilustrações cheias de cor e muito amor próprio que levantam a bandeira do feminismo e da aceitação corporal. Através de seu site, é possível adquirir prints e acessórios com os desenhos, feitos em sua grande maioria com aquarelas.

Da Irlanda, tem a Tara Obrien, que além de retratar pessoas em tamanhos diversos, mostra também diversidade no quesito orientação sexual e gênero. Ela também tem uma lojinha online onde você pode adquirir seus trabalhos.

Criadora da Pink Bits, projeto que começou em outubro de 2016, a Christine Yahya é uma designer / ilustradora armênio-australiana que tem se debruçado a celebrar pessoas e corpos em toda a sua glória em ilustrações digitais e pinturas em guache.

Outra ilustradora que vocês precisam conhecer é a Paola Zuccaro. Ela, que é também fotógrafa, possui um projeto chamado Bopo Illustrator, através do qual prega o amor próprio.

Encerrando a lista, temos a publicitária e ilustradora, Carol Rodrigues, que junto com a psicóloga e ativista antigordofobia, Gabi Menezes, tem desenvolvido o projeto “Uma garota Gorda Filmes”, no qual recriam cartazes de filmes que marcaram os anos 90, transformando as protagonistas em mulheres gordas para criticar a falta de mulheres gordas no cinema.

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