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No Carnaval, SKOL propõe discussão sobre corpo e autoestima

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A Skol preparou uma ação especial para o Carnaval 2018 e buscou a curadoria de Flávia Durante, criadora do Pop Plus, para garantir que essa fosse uma celebração da pluralidade e beleza de corpos diversos. Trata-se da SKOL Corpo Positivo, inspirada no movimento Body Positive, que estimula pessoas com todos os tipos de corpos a aceitarem suas formas e debaterem sobre o tema de forma positiva e transformadora.

A ideia é contribuir para derrubar o mito do corpo perfeito e também a combater a gordofobia. A ideia surgiu a partir do Skol Diálogos, pesquisa feita pela Skol em parceria com o IBOPE que revelou que, ainda que velada, a gordofobia está presente na rotina de 92% dos brasileiros. E para andar lado a lado com a campanha de verão de SKOL e a mensagem “Tá redondo, Tá Junto”, que também celebra a diversidade.

Para a SKOL Corpo Positivo quatro modelos foram convidados a contar suas histórias. Entre eles Érika Theodoro, atriz de 37 anos, que participou, de biquíni, da campanha de verão de 2017 da Skol. Junto com Érika, outros três modelos foram indicados por Flávia para comporem a ação: a modelo plus size Genize Ribeiro, 26 anos, que desde que desenvolveu seu TCC na faculdade de Jornalismo sobre gordofobia participa de eventos e conversas para ampliar o debate sobre o tema; o DJ Gabriel Seabra, 29 anos, que participou da ação SKOLORS que celebrava a diversidade dos tons de pele em latas comemorativas e encontrou em São Paulo um lugar para se descobrir seu gênero e seu corpo; e a arquiteta urbanista Magô Tonhon, 31 anos, mulher trans que sempre sentiu a pressão das pessoas que a viam como um menino e queriam que ela se visse da mesma forma.

Érika Theodoro

Gabriel Seabra

Genize Ribeiro

Magô Tonhon

Sendo esse o foco, ficou a cargo do artista curitibano Douglas Reder representar, em cada um dos modelos, suas histórias de aceitação e orgulho de seus corpos. Desde o ano passado, ele toca, com o irmão Vantees, também artista, o projeto Entretes, que busca encontrar a beleza e a essência dos diversos corpos por meio da pintura corporal e outras experimentações.

No projeto, Flávia Durante, exercitou seu olhar natural para a diversidade e comemora que cada vez mais marcas estejam falando sobre este tema. “É preciso reforçar que essas pessoas, até então esquecidas, consomem também carros, móveis, serviços bancários… É preciso ser diverso, um lugar apenas com gente igual é chato. Incluir todo tipo de gente traz a diversão”, finaliza.

Neste sábado, entre 14h e 16h, o artista Douglas Reder, estará na Estação SKOL, espaço da cerveja no Largo da Batata, em São Paulo, para pintar pessoas voluntárias que queiram celebrar seus corpos.

Fotos: Murillo Mendes/SKOL